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Nascemos, crescemos e vivemos como se a vida fosse apenas um pequeno espaço de tempo que temos para cumprir aqui na terra. Vivemos em busca de um dia melhor , mais interessante que o outro, corremos em busca muitas vezes de alegria, de sucesso, de fama, de uma vida profissional; bem sucedida. Ou simplesmente de viver cada dia como se fosse o ultimo de nossas vidas. Curtir, sair para se divertir, correr, pular, correr, dançar enfim viver correndo para tudo como se não houvesse o futuro a nos esperar. Nos enganamos se pensamos ou vivemos assim, existe um futuro que pode ser eternamente bom ou eternamente ruim, isso só depende do caminho que eu e você procuramos seguir hoje. A Vida como um jardim, que hoje as flores nascem, florescem e amanhã murcham e cai. Mas existe um amor que nos faz viver e eternamente bem, existe um lugar onde as flores não morrerão, onde não haverá cansaço, não haverá nem correria, um lugar onde o senhor preparou para nóis ao seu lado vivermos. Jesus no quer que você deixe de viver. Corra, brinque, se alegre, sorria, seja um jovem feliz, mais lembre-se que você pode ser assim e ter um futuro muito melhor com Jesus na sua vida. Porque Jesus morreu para que nós tenhamos vida e vida com abundância no Senhor. Jesus ama você. Aceite o desafio de conhecer e viver com Jesus.

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Gafanhotos atacam Israel e provocam dúvidas rituais.



 A matéria foi publicada na Folha de S. Paulo de 09/03/13:

Praga de gafanhotos chega a Israel, e país debate se podem ser comidos

DIOGO BERCITO 

Milhões de gafanhotos pousaram no início desta semana no sul de Israel, trazidos por vento soprado do vizinho Egito.

Eles foram recebidos por agricultores e pelo governo como a praga bíblica que, faminta e descontrolada, devora e destrói as plantações.

Mas os próprios insetos foram devorados por quem, morando no território desértico do Neguev, viu neles a chance de um lanchinho.

As notícias de que gafanhotos estavam servindo de aperitivo à população, porém, preocuparam autoridades rabínicas, que se voltaram aos textos sagrados do judaísmo para responder à pergunta recém-surgida: comer esse inseto é "kosher"?

O termo se refere aos alimentos que são vistos como adequados para o consumo de acordo com as leis do judaísmo. Por exemplo, carne de porco não é "kosher".

A questão é uma controvérsia antiga no judaísmo, com tratados medievais discutindo a adequação ou não da ingestão de gafanhotos.

Isso porque o texto de Levítico (livro da Bíblia), que legisla sobre a questão, cita quatro tipos desse artrópode que podem ser comidos. Mas não há consenso sobre a quais espécies o texto se refere, dando início ao debate.

Na quarta-feira, um importante rabino afirmou que, na dúvida, é melhor não comer nenhum, já que não é possível ter certeza de que os gafanhotos do Neguev estão entre os aceitos.

"Nós não estamos familiares com seus nomes e não temos uma tradição clara a respeito deles", afirmou o rabino Yitzhak Yosef, citado pelo jornal local "Haaretz".

O biólogo Ari Zivotofsky, especializado em alimentação religiosa, examinou alguns dos gafanhotos recém-chegados e afirmou à Folha acreditar que eles sejam "kosher" - esses são, diz, aqueles descritos no texto pelo nome "chagav", incluídos na lista dos permitidos.

A discussão, afirma o biólogo, é uma tentativa de determinar o que é tradicional ou não para os judeus, uma das bases da lei religiosa.

O centro da questão é que certos grupos de judeus, como os vindos da Alemanha, passaram séculos sem nunca ter precisado pensar sobre gafanhotos, já que ali os enxames não são comuns.

Os judeus iemenitas, por sua vez, mantiveram a tradição de devorar os insetos.

"Agora há alemães e iemenitas vivendo lado a lado em Israel, e então surge a questão", diz Zivotofsky.

Em 2005, quando o último enxame chegou a Israel, diversos grupos consideraram permitido comer gafanhotos, e há disponíveis na internet receitas para o preparo do inseto,c omum em outros países, como a Tailândia.

fonte;
http://ocontornodasombra.blogspot.com.br/

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