IMPORTANTE!!!

Nascemos, crescemos e vivemos como se a vida fosse apenas um pequeno espaço de tempo que temos para cumprir aqui na terra. Vivemos em busca de um dia melhor , mais interessante que o outro, corremos em busca muitas vezes de alegria, de sucesso, de fama, de uma vida profissional; bem sucedida. Ou simplesmente de viver cada dia como se fosse o ultimo de nossas vidas. Curtir, sair para se divertir, correr, pular, correr, dançar enfim viver correndo para tudo como se não houvesse o futuro a nos esperar. Nos enganamos se pensamos ou vivemos assim, existe um futuro que pode ser eternamente bom ou eternamente ruim, isso só depende do caminho que eu e você procuramos seguir hoje. A Vida como um jardim, que hoje as flores nascem, florescem e amanhã murcham e cai. Mas existe um amor que nos faz viver e eternamente bem, existe um lugar onde as flores não morrerão, onde não haverá cansaço, não haverá nem correria, um lugar onde o senhor preparou para nóis ao seu lado vivermos. Jesus no quer que você deixe de viver. Corra, brinque, se alegre, sorria, seja um jovem feliz, mais lembre-se que você pode ser assim e ter um futuro muito melhor com Jesus na sua vida. Porque Jesus morreu para que nós tenhamos vida e vida com abundância no Senhor. Jesus ama você. Aceite o desafio de conhecer e viver com Jesus.

ATENÇÃO.

ESCLARECIMENTO: ESTE BLOG NÃO TEM A INTENÇÃO DE JULGAR NENHUM TIPO DE CRENÇA OU RELIGIÃO, E SIM LEVAR O CONHECIMENTO E A INFORMAÇÃO AO POVO DE DEUS, E AS PESSOAS, DAS COISAS QUE ESTÃO ACONTECENDO NA INTERNET E NO MUNDO. MUITAS COISAS AQUI PODEM NÃO SEREM VERDADE, POIS TEMOS QUE ANALISAR AS COISAS, E VER O QUE ESTÁ CORRETO OU NÃO. JESUS DISSE: PROVAI DE TUDO E RETEM O QUE É BOM. TAMBÉM DISSE: MEU POVO PERECE POR FALTA DE CONHECIMENTO. E EU DIGO: CONTRA FATOS, NÃO HÁ ARGUMENTOS. PEÇO AOS IRMÃOS QUE OREM POR NÓS.
QUE A PAZ DE JESUS ESTEJA COM TODOS.

Pastoras sapatão querem fazer evangelização na Parada Gay.








Três semanas depois de inaugurar uma igreja inclusiva e voltada para acolher homossexuais no  de São Paulo, o casal de pastoras Lanna Holder e Rosania  pretende participar da Parada Gay de São Paulo, em 26 de junho, para "evangelizar" os participantes. Estudantes de assuntos ligados à teologia e a questões sexuais, as mulheres encaram a Parada Gay como um movimento que deixou de lado o propósito de sua origem: o de lutar pelos direitos dos homossexuais.
“A história da Parada Gay é muito bonita, mas  seu motivo original”, diz Lanna Holder. Para a pastora, há no movimento promiscuidade e uso excessivo de drogas. “A maior concepção dos homossexuais que estão fora da igreja é que, se Deus não me aceita, já estou no inferno e vou acabar com minha vida. Então ele cheira, se prostitui, se droga porque já se sente perdido. A gente quer mostrar o contrário, que eles têm algo maravilhoso para fazer da vida deles. Ser gay não é ser promíscuo.”
As duas pastoras vão se juntar a fiéis da igreja e a integrantes de outras instituições religiosas para conversar com os participantes da parada e falar sobre a união da religião e da homossexualidade. Mas Lanna diz que a evangelização só deve ocorrer no início do evento. “Durante [a parada] e no final, por causa das bebidas e drogas, as pessoas não têm condição de serem evangelizadas, então temos o intuito de evangelizar no início para que essas pessoas sejam alcançadas”, diz.
O casal passou por sessões de descarrego e
regressão por causa da orientação sexual (Foto:
Clara Velasco/G1)
Leandro Rodrigues, de 24 anos, um dos organizadores da Parada Gay, diz que o evento “jamais  o viés político ao longo dos anos”. “O fato de reunir 3 milhões de pessoas já é um ato político por si só. A parada nunca deixou de ser um ato de reivindicação pelos . As conquistas dos últimos anos mostram isso.”
Segundo ele, existem, de fato, alguns excessos. “Mas não é maioria que exagera nas drogas, bebidas. Isso quem faz é uma minoria, assim como acontece em outros grandes eventos. A parada é aberta, e a gente não coíbe nenhuma manifestação individual. Por isso, essas pastoras também não sofrerão nenhum tipo de reação contrária. A  coisa é que o discurso tem que ser respeitoso.”
Negação e aceitação da sexualidade

As duas mulheres, juntas há quase 9 anos, chegaram a participar de sessões de descarrego e de regressão por causa das inclinações sexuais de ambas. “Tudo que a igreja evangélica poderia fazer para mudar a minha orientação sexual foi feito”, afirma Lanna. “E nós tentamos mudar de verdade, mergulhamos na ideia”, diz Rosania. As duas eram casadas na época em que se envolveram pela primeira vez.
“Sempre que se fala em homossexualidade na religião, fala-se de inferno. Ou seja, você tem duas opções: ou deixa de ser gay ou deixa de ser gay, porque senão você vai para o inferno. E ninguém quer ir para lá”, diz Lanna.
A pastora afirma que assumir a homossexualidade foi uma descoberta gradual. “Conforme fomos passando por essas curas das quais não víamos resultado, das quais esperávamos e ansiávamos por um resultado, percebemos que isso não é opção, é definitivamente uma orientação. Está intrínseco em nós, faz parte da nossa natureza.”
Igreja  de Refúgio

Segundo as duas mulheres, após a aceitação, surgiu a ideia de fundar uma igreja inclusiva, que aceita as pessoas com histórias semelhantes as delas. “Nosso objetivo é o de acolher aqueles que durante tanto  sofreram preconceito, foram excluídos e colocados à margem da sociedade, sejam homossexuais, transexuais, simpatizantes”, diz Lanna.
Assim, a Comunidade  de Refúgio foi inaugurada no dia 3 de junho na Avenida São João, no  de São Paulo. Segundo as pastoras, em menos de 2 semanas o número aumentou de 20 fiéis para quase 50. Mas o casal ressalta que o local não é exclusivo para homossexuais. “Nós recebemos fiéis heterossexuais também, inclusive famílias”, diz Rosania.
Apesar do aumento de fiéis, as duas não deixaram de destacar as retaliações que têm recebido de outras igrejas através de e-mails, telefonemas e programas de rádio e. “A gente não se espanta, pois desde quando eu e a pastora Rosania tivemos o nosso envolvimento inicial, em vez de essa estrutura chamada igreja nos ajudar, foi onde fomos mais apontadas e julgadas. Mas não estamos preocupadas, não. Viemos preparadas para isso”, afirma Lanna.

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