IMPORTANTE!!!

Nascemos, crescemos e vivemos como se a vida fosse apenas um pequeno espaço de tempo que temos para cumprir aqui na terra. Vivemos em busca de um dia melhor , mais interessante que o outro, corremos em busca muitas vezes de alegria, de sucesso, de fama, de uma vida profissional; bem sucedida. Ou simplesmente de viver cada dia como se fosse o ultimo de nossas vidas. Curtir, sair para se divertir, correr, pular, correr, dançar enfim viver correndo para tudo como se não houvesse o futuro a nos esperar. Nos enganamos se pensamos ou vivemos assim, existe um futuro que pode ser eternamente bom ou eternamente ruim, isso só depende do caminho que eu e você procuramos seguir hoje. A Vida como um jardim, que hoje as flores nascem, florescem e amanhã murcham e cai. Mas existe um amor que nos faz viver e eternamente bem, existe um lugar onde as flores não morrerão, onde não haverá cansaço, não haverá nem correria, um lugar onde o senhor preparou para nóis ao seu lado vivermos. Jesus no quer que você deixe de viver. Corra, brinque, se alegre, sorria, seja um jovem feliz, mais lembre-se que você pode ser assim e ter um futuro muito melhor com Jesus na sua vida. Porque Jesus morreu para que nós tenhamos vida e vida com abundância no Senhor. Jesus ama você. Aceite o desafio de conhecer e viver com Jesus.

ATENÇÃO.

ESCLARECIMENTO: ESTE BLOG NÃO TEM A INTENÇÃO DE JULGAR NENHUM TIPO DE CRENÇA OU RELIGIÃO, E SIM LEVAR O CONHECIMENTO E A INFORMAÇÃO AO POVO DE DEUS, E AS PESSOAS, DAS COISAS QUE ESTÃO ACONTECENDO NA INTERNET E NO MUNDO. MUITAS COISAS AQUI PODEM NÃO SEREM VERDADE, POIS TEMOS QUE ANALISAR AS COISAS, E VER O QUE ESTÁ CORRETO OU NÃO. JESUS DISSE: PROVAI DE TUDO E RETEM O QUE É BOM. TAMBÉM DISSE: MEU POVO PERECE POR FALTA DE CONHECIMENTO. E EU DIGO: CONTRA FATOS, NÃO HÁ ARGUMENTOS. PEÇO AOS IRMÃOS QUE OREM POR NÓS.
QUE A PAZ DE JESUS ESTEJA COM TODOS.

[HAARP] Cientistas Advertem que EUA Iniciaram uma Guerra Climática contra a América do Sul.


HAARP é um "bombardeiro" de ondas elétricas para aumentar a densidade do plasma da ionosfera, causando alterações meteorológicas. O Pentágono anunciou um novo experimento programado para o início de 2014. Na Bolívia, o Observatório de Tarija registrou manchas solares antes das inundações. Estaria esta onda de calor no Brasil e inundações no resto da América Latina ligado ao uso deste potente equipamento? Leia este post e tire suas próprias conclusões:

A transmissão de base HAARP está em Gakona, no Alasca, onde uma rede de 180 antenas instaladas apontadas para o céu, funciona como um transmissor de rádio de alta frequência poderosa capaz de produzir 10 megawatts de energia e alterar a camada de composição da ionosfera 50 km acima da superfície da Terra.  Em 1999, o Parlamento Europeu emitiu uma resolução onde afirmava que o Projeto HAARP manipulava o meio ambiente com fins militares. Em 2002, o Parlamento Russo apresentou ao presidente Vladimir Putin um relatório assinado por 90 deputados dos comitês de Relações Internacionais e de Defesa, onde alega que o Projeto HAARP é uma nova "arma geofísica", capaz de manipular a baixa atmosfera terrestre

A Rede de Informação Humanitária para a América Latina e o Caribe(Redhum) identificou a Bolívia como zona especial de desastre climático na América do Sul, com cerca de 200 mil pessoas desabrigadas em áreas agrícolas devastadas por um colapso sem precedentes das bacias hidrográficas em toda Bolívia com dezenas de mortes, mas também destaca situação semelhante no Brasil, Peru, Paraguai, Argentina, Equador e Uruguai. Fabrizzio Txavarria Velasquez, membro do Centro Nacional para a Ciência da Bolívia (Cenic-B), garante que essa onda de inundações na América do Sul coincide com sinais de intensa atividade durante o mês de janeiro nas antenas do HAARP, um disparador de ondas eletromagnéticas localizado no Alaska que teria o poder de alterar o clima em pontos específicos do planeta,provocando desde inundações, furações, terremotos e tsunamis, até seca, ondas de calor e atividade vulcânica. O site Sol de Pando confirmou que o HAARP programou há um ano um novo experimento, que já começou em janeiro.

Toda esta "teoria da conspiração" parece inspirada no roteiro bem-humorado do filme "Superman III", a saga dirigida por Richard Lester em 1983, onde o comediante Richard Pryor é um gênio da computação desempregado que é contratado por um ganancioso capitalista para desenhar um programa conectado a um satélite, afim de alterar o clima em qualquer ponto do planeta, provocando um devastador furacão na Colômbia para destruir as plantações de café. Apenas Superman pôde impedir e reverter o desastre do terremoto no filme, usando seu super-fôlego para retroceder os ventos mortais.

Três décadas se passaram depois de filmar a comédia de Superman e a realidade parece ter superado a ficção. Mas, ao contrário do filme, no drama atual não há um super-herói para nos salvar.

Se está claro que as antenas HAARP estão emitindo feixes eletromagnéticos de alta frequência na ionosfera, alterando o clima nesta parte da América do Sul como um assalto no melhor estilo militar, causando inundações incontroláveis​​ com efeitos devastadores sobre a população civil e economia, vemos que uma nova forma de guerra está surgindo no mundo. A Guerra do Clima.

O HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program), Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência é um projeto de pesquisa criado em 1990 para monitorar mudanças nas ondas dentro dessa seção da atmosfera chamada ionosfera para absorver os raios ultravioleta do sol e transformando-os em íons e elétrons, transmissores de rádio e ondas telúricas, que podem ser modificadas artificialmente por descargas eletrostáticas para compactação e re-direcionar essas ondas para diversos fins.

O site Sol de Pando resumiu abaixo a Haarp em informações oficiais contidas nosite oficial do programa, que nas últimas horas tem estado fora da web por motivos políticos e militares, segundo acredita o pesquisador Fabrizzio Txavarria Velasquez, que reside na cidade de Santa Cruz na Bolívia.

A base de transmissão do HAARP se encontra instalada em Gakona, Alaska, onde uma rede de 180 antenas instaladas voltadas para o céu funciona como um transmissor de rádio de alta freqüência poderoso (capaz de produzir 10 megawatts de energia quando o sistema opera corretamente), que é usado para modificar as propriedades electromagnéticas, numa zona limitada da ionosfera. Os processos que ocorrem nessa área são analisados ​​por outros instrumentos, tais como radares UHF = VHF de som digital e magnetômetros de saturação e indução.

Em outras palavras, o HAARP é um "aquecedor ionosférico" que é utilizado para experimentar a modificação focada na turbulência do plasma (gás de baixa densidade em condições normais) contido na ionosfera, com o objetivo de aumentar a densidade do referido gás iônico. Quando a densidade desse gás aumenta, surgem turbulências e nuvens de plasma multicoloridas conhecidas como auroras.

Ou seja, o HAARP é capaz de produzir auroras artificiais na forma de nuvens de plasma com maior densidade em qualquer ponto do planeta que deseje o Pentágono. E portanto, pode também modificar o clima à sua vontade.

O valor estratégico da ionosfera

Oficialmente, o governo dos EUA, através da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada do Pentágono, criou o Haarp com o objetivo de estudar as propriedades da ionosfera e promover avanços tecnológicos que permitam melhorar - mediante descargas eletromagnéticas em sua base terrestre - sua capacidade de favorecer radiocomunicações e os sistemas de vigilância, criando um denso escudo antimíssil para bloquear possíveis ataques nucleares ou uma chuva de meteoritos.

A ionosfera - que é parte da atmosfera se encontra apenas a 50 km da superfície da Terra, protegendo o planeta da radiação cósmica-  contêm gases de baixa intensidade (plasma) ionizados pelo efeito da absorção das radiações solares de menor longitude de onda como os raios Gama Y raios X, tão energéticos que são capazes de desintegrar meteoritos que atravessam esta camada, dando lugar as chamadas estrelas cadentes. Esta "energia fria" da ionosfera possibilitou a invenção do forno de microondas doméstico.

As variações de onda dentro da ionosfera produzem também o fenômeno das auroras, ou seja, as transformações do gás ionizado de baixa densidade como efeito das variações na intensidade do vento solar. Daí que as auroras comuns e auroras boreais aparecem geralmente na transição da noite para o dia, quando as partículas elétricas do plasma ficam presas pelo campo magnético terrestre.

O plasma da ionosfera e suas oscilações elétricas na terra determinam as condições atmosféricas e meteorológicas do planeta, também exercem um impacto importante sobre as comunicações de rádio.

A ionosfera contribui essencialmente no deslocamento das ondas de rádio emitidas desde a superfície terrestre, o que possibilita que estas possam viajar grandes distâncias sobre a Terra, graças as partículas de íons (carregadas de eletricidade) presente nesta camada.

Consequentemente o HAARP tem como objetivo desenvolver tecnologias que permitam minimizar interferências nas frequências curtas de ondas de rádio e amplitude modulada aumentando a densidade do plasma ou gás ionizado, para assim melhorar o rendimento da radiocomunicação e os sistemas de navegação marítima e aérea que usam as frequências de rádio. O Pentágono considera que a melhora da radiocomunicação através do aumento da densidade do gás iônico (plasma) é também de suma importância militar. Em âmbito civil, emissoras internacionais, como a Voz da América (VOA) e a British Broadcasting Corporation (BBC), ainda utilizam a ionosfera para devolver os seus sinais de rádio para a Terra, possibilitando que seus programas possam ser ouvidos em todo o mundo.

Além disso, os sinais transmitidos a partir de satélites para a comunicação e navegação por satélite (não por rádio) devem atravessar a ionosfera. Irregularidades ionosféricas podem ter um impacto importante no rendimento e finalidade dos sistemas por satélites e televisivos, segundo explica o site do HAARP.


Chegando no início de 2014, a nova arma de guerra 

Menos de um ano atrás, no dia 25 de fevereiro de 2013, o Laboratório de Pesquisa Naval (NRL) , com sede em Mississippi, informou por um boletim publicado em seu site que seus pesquisadores ligados ao programa HAARP conseguiram produzir com êxito uma nuvem de plasma de alta densidade capaz de permanecer na atmosfera superior da Terra por uma hora. Veja mais neste post.


De acordo com uma tradução da jornalista boliviana Silvia Antelo Aguilar, o relatório da NRL - agência da Marinha dos EUA associada ao Pentágono e o Centro Espacial Stennis ( SSC ) da NASA - explicou que "anteriormente já tinha conseguido criar nuvens artificiais de plasma cuja vida útil era de 10 minutos ou menos", disse Paul Bernhardt, físico que participa nesta investigação. "No entanto, a recentemente criada nuvem de plasma de alta densidade pôde ser mantida por uma hora".

O Laboratório Naval do Mississippi também revelou que para produzir aquelas luminescências semelhantes às auroras, as antenas terrestres do HAARP emitiram uma descarga de 3,6 megawatts contra a ionosfera, o equivalente a 45% da sua capacidade de bombardeio eletromagnético.

O experimento realizado em 12 de Novembro de 2012 tinha permitido aumentar a densidade de plasma a 9 x 105 elétrons por centímetro cúbico, o que permite um melhor fluxo de ondas de rádio, devido à compactação electromagnética dos íons que formam a camada . Em um experimento anterior tinha alcançado uma densidade inferior a 4 x 105 elétrons por centímetro cúbico.

O próximo passo será elevar muito mais a densidade do plasma. O próximo experimento foi programado para os primeiros dias de 2014. Eu quero dizer agora.

"A próxima campanha da HAARP está prevista para o início de 2014, quando se realizarão experimentos para desenvolver nuvens de ionização mais densas e estáveis", anunciou um boletim da NRL, publicado em 25 de Fevereiro de 2013.

Ano passado este blog publicou um documento oficial de 1990, que traz a luz algumas das reais capacidades do HAARP:

Documento HAARP 1990


Começou a Guerra Climatológica ? 

A publicação do experimento em novembro de 2012 reacendeu a polêmica sobre as consequências negativas da estabilidade climática do HAARP para o planeta, e sobre os riscos de um possível uso militar do programa.

Cientistas da Universidade de Stanford afirmaram que o clima do mundo poderá ser controlado mediante a transmissão de sinais de rádio relativamente pequenas, a dos cinturões de Van Allen. Por ressonância, pequenos sinais ativadores podem controlar enormes energias.

Embora os defensores do HAARP assegurem que os impactos do bombardeio à ionosfera sejam mínimos por sua" baixa potência" em comparação com as radiações solares que dinamizam o plasma iônico, os críticos temem que a nuvem de plasma artificial possa criar um buraco na parte superior da atmosfera e interferir com energias magnéticas sutis, alterando a vida de nosso planeta. As estrelas cadentes desapareceriam da paisagem celeste ou cairiam como bombas na superfície da Terra em sua forma original de meteoritos.

A suspeita de que também o HAARP é um experimento de uma arma climática,  foi uma preocupação abertamente expressada em 1990 pelo governo da Rússia, que em seu regime anterior como Estado Soviético tentou competir com o projeto HAARP,  já concebido nos anos 80 como parte da Iniciativa de Defesa Estratégica de Reagan conhecida como o "Plano Guerra nas Estrelas".

Para a Rússia, o HAARP é parte de uma corrida armamentista que os Estados Unidos estão executando sem competência alguma. É famoso o pronunciamento do Parlamento russo de agosto de 2002:

"Os EUA estão criando novas armas integrais de caráter geofísico que podem influir na troposfera com ondas de rádio de baixa frequência... A importância deste salto qualitativo é comparável à transição das armas brancas às armas de fogo, ou a das armas convencionais às armas nucleares. Este novo tipo de arma difere de qualquer outro tipo conhecido na troposfera e os seus componentes se convertem em objetos sobre os quais se pode influir."

Bernard Eastlund, físico da Universidade de Columbia, que trabalhou na construção do HAARP , foi um dos principais críticos da tecnologia antes de sua morte, tendo respaldado abertamente as críticas do governo russo, admitindo que o HAARP surgiu dentro da corrida armamentista durante a Guerra Fria e que o plano consistia em criar um escudo para proteger o Canadá e os Estados Unidos de mísseis inimigos.

No registro da patente do invento de Eastlund supostamente apropriada pelo Pentágono e que se baseou nos princípios estabelecidos até mais de 150 anos atrás pelo gênio sérvio Nicola Tesla, se reconheceu que a modificação do clima é possível, por exemplo, alterando padrões de vento da alta atmosfera ou alterando padrões de absorção solar. A patente registrada em 11 de agosto de 1987 sob o nome de "Método e Aparato para Alterar uma Região na Atmosfera da Terra, Ionosfera e/ou Magnetosfera", enumera um procedimento que consiste no seguinte, segundo a tradução de Silvia Antelo Aguilar:

"Um método e um aparato para alterar ao menos uma região selecionada que normalmente existe sobre a superfície da Terra. Esta região é alterada pelo aquecimento da ressonância ciclotrônica de elétrons de tal modo que aumenta sua densidade de partículas carregadas. A radiação é transmitida em uma frequência que excita a ressonância ciclotrônica de elétrons para aquecer e acelerar as partículas carregadas. Esse aumento na energia pode causar ionização de partículas neutras, as quais são então absorvidas como parte da região, deste modo, vai aumentando a densidade das partículas carregadas da região."

Com esta informação, os russos acusaram o programa iônico do Pentágono de ser o causador da onda de calor com mais de 40 graus que a ex-URSS padeceu em 2010 causando dezenas de mortes. O físico da Universidade de Lomonósv de Moscou, Georgy Vasilyev, denunciou o HAARP "longe de ser um projeto científico para estudar o funcionamento da atmosfera e os efeitos de mudança climática, é um poderoso aquecedor ionosférico que modificará a eletricidade que flutua sobre a atmosfera, causando efeitos sobre o clima que poderiam ser direcionados para uma parte específica do planeta "

Um documentário revelador pelo History Channel

Os anos entre 2006 e 2010 foram particularmente "endêmicos" em desastres naturais em todos os continentes do mundo. E o HAARP estava na boca de todos.

Em março de 2010, o History Channel  emitiu um extenso documentário sobre o controverso projeto do Pentágono; os realizadores do programa televisivo se referiram à aparição de nuvens químicas e contrails que - dois anos depois da transmissão no programa de televisão - se pôde comprovar que eram produzidas pelo Haarp em sua estação terrestre no Alasca.

"Nos últimos anos têm aparecido formações peculiares de nuvens nos céus ao redor do mundo com crescente frequência. Embora seja apenas especulação, alguns pesquisadores sugerem que essas estranhas formações de nuvens sejam outro agente da guerra climatológica, a princípio parecem ser apenas contrails provenientes de jatos que voam em grandes alturas, mas alguns rastros permanecem no céu por muitas horas, alguns até mesmo por um dia inteiro"

De acordo com o documentário, o controle das chuvas a partir da modificação do plasma da ionosfera para criar inundações acelerando a formação de densas nuvens com pulverizações adicionais de iodeto de prata, que produzem cristais de gelo e aceleram a precipitação pluvial, é uma outra forma de guerra climatológica junto com os procedimentos eletromagnéticos para provocar terremotos, secas e ondas de calor.

"Igualmente assustador é uma outra forma de clima que está sendo usado como arma: a chuva, que pode desencadear inundações devastadoras e arrasar cidades inteiras", afirma o documentário, que atua como comentarista Nick Pope , ex-ministro da Defesa da Grã-Bretanha. "Pode-se fazer chover, pode-se causar um profundo efeito em campo de batalha", afirma Pope.

Um dos elementos críticos para iniciar uma batalha climatológica é o poder de controlar a chuva e desencadear inundações, assegura a investigação do History.

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Seria demais supor que esta onda de calor infernal no Brasil está sendo causada por uma combinação de chemtrails e do HAARP? Com o mundo de olho no Brasil enquanto se aproxima as olimpíadas em junho, e o crescente clima de protestos ressurgindo, seria uma forma de se desestabilizar nosso país, para mais facilmente controlar sua população?

fonte;
http://www.anovaordemmundial.com/

Ovo faz bem para a visão e cérebro e pode ajudar na recuperação muscular.


Consumir ovo pode evitar doenças degenerativas, como o mal de Alzheimer.

No entanto, é preciso aquecê-lo bastante para reduzir o risco de salmonela.


26 comentários
O ovo é um alimento presente no cardápio do brasileiro – em 2012, o país produziu 32 bilhões de ovos e cada brasileiro consome, em média, 162 ovos por ano, o que equivale a quase um ovo a cada dois dias.
Atualmente, é reconhecido como uma importante fonte de proteína e nutrientes, além de ser um alimento que pode fazer bem para a visão, cérebro e recuperação muscular, como explicaram a pediatra Ana Escobar, a nutricionista Lara Natacci e o veterinário especialista em ovo José Roberto Bottura no Bem Estar desta segunda-feira (2).
Entre as substâncias presentes no ovo, está a colina, necessária para funções básicas do corpo, como o funcionamento das células, do fígado e o transporte dos nutrientes.
Embora a colina seja produzida pelo organismo, essa produção não é adequada para atingir a necessidade diária e, por isso, ela precisa ser consumida na dieta. De acordo com a pediatra Ana Escobar, essa substância faz bem para o cérebro e pode evitar doenças degenerativas, como Alzheimer e Mal de Parkinson.
A colina está presente na gema, mas vale lembrar que há diferenças na cor da gema - segundo o o veterinário especialista em ovo José Roberto Bottura, a gema fica mais amarela dependendo da quantidade de milho que o animal come.
Rico em carotenoides, antioxidantes bons para a visão, o milho está mais presente no ovo caipira, como explicou a nutricionista Lara Natacci, e por isso, esse tipo de ovo pode ajudar a evitar problemas nos olhos, especialmente em pessoas mais velhas.
Na clara, há a presença da abulmina, uma das principais proteínas do corpo, responsável pelo transporte de nutrientes, controle da distribuição de líquido pelo organismo e também pela recuperação muscular. Segundo a nutricionista Lara Natacci, quando a pessoa faz atividade física, o músculo sofre pequenas lesões, que são reparadas durante a noite, e a abulmina ajuda nesse processo.
Os especialistas falaram também sobre a salmonela, uma bactéria que pode causar infecção (confira no infográfico abaixo).
Para quem gosta de comer ovo com gema mole, é preciso tomar cuidado já que na hora do preparo, ele só atinge 65 °C e a samonela morre a 70 °C. Por isso, caso a pessoa queira comer a gema mole, ela precisa comprar um ovo de um produtor de sua confiança e aquecê-lo bastante para matar essa bactéria (veja mais dicas do que observar na hora de comprar o ovo no vídeo ao lado).
Na hora de armazená-lo, o melhor lugar é a geladeira - de acordo com o veterinário José Roberto Bottura, o ovo pode ser colocado na porta da geladeira, mas se a família abrir muito a porta, a variação da temperatura pode prejudicar a conservação dos nutrientes e, por isso, o ideal é guardar na prateleira interna.
Se não der, o ovo pode ser armazenado em um outro lugar fresco e arejado. De acordo com a nutricionista Lara Natacci, é preciso tomar cuidado ainda com a forma de preparo do ovo. Se é frito ou mexido, há adição de gorduras, o que aumenta as calorias e pode também elevar o colesterol.
Para quem tem colesterol alto, a recomendação é ingerir ovo de 2 a 3 vezes por semana; já quem não tem o problema pode comer 1 ovo por dia, como lembrou a pediatra Ana Escobar. Entre os ovos, o que tem menos gordura é o de codorna; o ovo de granja tem menos calorias; e o ovo de pata tem mais vitamina B12.
*Exclusivo na web: no vídeo, a pediatra Ana Escobar e a nutricionista Lara Natacci tiram dúvidas dos internautas sobre o consumo de ovo. Confira!
Info salmonela (Foto: Arte/G1)


fonte;
http://g1.globo.com/

ovo
Foto: Thinkstock
Nos últimos anos, o ovo vem sendo objeto de uma reabilitação poucas vezes vista na história da Medicina. Até mesmo os cardiologistas mais radicais, aqueles que demonizaram os ovos como os maiores vilões da saúde do coração, começam a rever suas posições. A virada se deve a uma série de estudos científicos, muitos deles com dezenas de milhares de participantes, que mostram de maneira muito contundente que a sua condenação foi uma espécie de julgamento sumário. Se fosse uma questão criminal, seria um caso clássico de erro jurídico. Analisadas as evidências, veio a público um novo veredicto: o ovo está absolvido. E as provas, diga-se, não são poucas.
Uma das demonstrações mais recentes é assinada pela Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos. Em artigo publicado em janeiro deste ano, resultado de uma pesquisa envolvendo 9.734 pessoas de 25 a 74 anos acompanhadas durante duas décadas, os pesquisadores demonstraram não haver relação entre o consumo regular de ovos e o aumento da incidência de doenças cardiovasculares, como infarto e derrame. "Não houve diferença entre aqueles que comiam um ovo ou mais por dia em comparação com quem não comia nenhum", disse à SAÚDE! o cardiologista Adnan Qureshi, líder da investigação. "Em apenas um grupo específico, o dos diabéticos, encontramos dados que mostram que o consumo maior de ovos pode estar ligado ao aumento da ameaça de doenças cardíacas, mas isso nem sequer está totalmente claro". 
Uma avalanche mais recente de trabalhos, entre os quais destaca-se o da Universidade Estadual de Kansas, nos Estados Unidos, destaca uma substância chamada fosfolipídeo, ou lecitina, como responsável por interferir na absorção do colesterol e impedir que seja captado pelo intestino, a partir de onde, naturalmente, iria para a corrente sangüínea. É como se o ovo, sabendo-se rico nessa molécula, já proporcionasse um antídoto natural para evitar que seus níveis aumentem demais.
A lista de qualidades é longa e quase todos os nutrientes estão concentrados na gema, justamente a parte mais temida porque é onde também está a gordura nociva. A gema é fonte de ferro, por exemplo, que é fundamental para evitar a anemia. Também tem altas doses de uma substância chamada colina, que vem sendo apontada pelos pesquisadores como um nutriente importantíssimo para o desenvolvimento fetal, além de proteger o cérebro e a memória. Um ovo supre 22,7% de sua necessidade diária de colina.
Com os avanços da Medicina, descobriu-se que apenas uma pequena parcela do colesterol sangüíneo provém da dieta a maior parte é produzida pelo próprio organismo. Portanto, elevar a ingestão de colesterol não provoca necessariamente elevação significativa dos níveis da substância. Essas evidências levaram a Associação Americana do Coração a revisar nos últimos anos suas influentes diretrizes dietéticas. O colesterol da alimentação, segundo seus membros, ainda deve ficar restrito aos 300 miligramas diários. Mas o veto ao ovo tornou-se mais ameno o que é um sinal de maturidade científica. Algumas pessoas, como os diabéticos e aqueles que já sofreram infartos, devem obedecer realmente à antiga limitação de três unidades semanais. Aos demais indivíduos a mensagem é clara: o ovo está liberado. Infelizmente, sem possibilidade de indenização para quem sentiu sua falta no prato esses anos todos.

Quebre um ovo e...

O que você encontra nele? É o que descobrirá agora
Casca: ela é rica em cálcio, mas há uma polêmica sobre o seu uso na dieta para complementar os níveis do mineral. Isso porque pouco se sabe sobre quanto o corpo consegue de fato absorver do mineral oriundo da casca. Então, é melhor não contar com ela para combater a osteoporose. Além disso, teme-se a contaminação, já que a casca seria a parte suja do ovo. 
Gema: é a casa do colesterol, mas também é nela que se encontra a imensa maioria dos nutrientes, como as vitaminas e os sais minerais. Por longo tempo foi excluída da alimentação, mas sem ela os benefícios do ovo são reduzidíssimos.
Clara: sabe-se que ela é uma grande fonte de proteína. Mas, ao contrário do que se imagina, tem proporcionalmente até menos desse nutriente do que a gema, com seus 16 gramas em cada 100 gramas do alimento. No caso da clara, são 13 gramas.

Como você prefere seu ovo?

Frito: é um clássico, mas é o menos indicado porque tem mais calorias, além de maior teor de gorduras totais e colesterol. Se não conseguir resistir, use pouco óleo e coma com moderação.
Cozido: é a receita mais saudável, pois não leva gordura e é a menos calórica. Deixe-o no fogo de três a cinco minutos, contados depois que a água começar a ferver. Também é possível cozinhá-lo direto na água fervente, sem a casca, o chamado ovo poché.
Mexido: foi essa a preparação usada no estudo que mostrou que comer ovos de manhã ajuda a emagrecer. Em frigideira com revestimento antiaderente é possível prepará-los sem (ou quase sem) óleo.
fonte;

http://mdemulher.abril.com.br/