IMPORTANTE!!!

Nascemos, crescemos e vivemos como se a vida fosse apenas um pequeno espaço de tempo que temos para cumprir aqui na terra. Vivemos em busca de um dia melhor , mais interessante que o outro, corremos em busca muitas vezes de alegria, de sucesso, de fama, de uma vida profissional; bem sucedida. Ou simplesmente de viver cada dia como se fosse o ultimo de nossas vidas. Curtir, sair para se divertir, correr, pular, correr, dançar enfim viver correndo para tudo como se não houvesse o futuro a nos esperar. Nos enganamos se pensamos ou vivemos assim, existe um futuro que pode ser eternamente bom ou eternamente ruim, isso só depende do caminho que eu e você procuramos seguir hoje. A Vida como um jardim, que hoje as flores nascem, florescem e amanhã murcham e cai. Mas existe um amor que nos faz viver e eternamente bem, existe um lugar onde as flores não morrerão, onde não haverá cansaço, não haverá nem correria, um lugar onde o senhor preparou para nóis ao seu lado vivermos. Jesus no quer que você deixe de viver. Corra, brinque, se alegre, sorria, seja um jovem feliz, mais lembre-se que você pode ser assim e ter um futuro muito melhor com Jesus na sua vida. Porque Jesus morreu para que nós tenhamos vida e vida com abundância no Senhor. Jesus ama você. Aceite o desafio de conhecer e viver com Jesus.

ATENÇÃO.

ESCLARECIMENTO: ESTE BLOG NÃO TEM A INTENÇÃO DE JULGAR NENHUM TIPO DE CRENÇA OU RELIGIÃO, E SIM LEVAR O CONHECIMENTO E A INFORMAÇÃO AO POVO DE DEUS, E AS PESSOAS, DAS COISAS QUE ESTÃO ACONTECENDO NA INTERNET E NO MUNDO. MUITAS COISAS AQUI PODEM NÃO SEREM VERDADE, POIS TEMOS QUE ANALISAR AS COISAS, E VER O QUE ESTÁ CORRETO OU NÃO. JESUS DISSE: PROVAI DE TUDO E RETEM O QUE É BOM. TAMBÉM DISSE: MEU POVO PERECE POR FALTA DE CONHECIMENTO. E EU DIGO: CONTRA FATOS, NÃO HÁ ARGUMENTOS. PEÇO AOS IRMÃOS QUE OREM POR NÓS.
QUE A PAZ DE JESUS ESTEJA COM TODOS.

9,5 teses em Martinho Lutero contra as autoindulgências da Igreja Moderna .





Outubro é o mês em que tipicamente lembramos e celebramos a Reforma. Embora alguns protestantes tenham descrito a Reforma como uma tragédia, teria sido uma tragédia bem maior se ela nunca tivesse acontecido. Entretanto, existe no mundo evangélico contemporâneo uma tendência de romantizar Lutero, de refazê-lo como um evangélico moderno. Sim, é difícil para alguns de nós imaginarmos, mas tenho certeza de que existem alguns por aí que veem Dr. Martinho como o tipo de precursor daqueles que pensam que o segredo de um ministério de sucesso está em vestir jeans rasgado, visitar regularmente o bronzeamento artificial e lançar uma campanha internacional contra roupas nerds e antiquadas e a odontologia britânica.
Assim, em honra ao bom Doutor e a fim de salvá-lo da historiografia domesticada dos Jovens, Bonitões e Bacanas, aqui está uma série de teses sobre o Homem de Wittenberg, cuja força cumulativa deve provar que, no mundo evangélico de hoje, ele teria se saído um excelente taxista.

Tese Um: Martinho Lutero enxergava a liderança da igreja como primariamente marcada pelo serviço.

Para Lutero, a natureza servil do chamado ministerial não era um princípio abstrato, mas parte de sua prática cotidiana, ligando o seu entendimento do Deus revelado primariamente na carne crucificada de Cristo à atitude, perspectiva e expectativa necessárias aos ministros de Cristo. O ministro,como seu Salvador, deveria servir o pobre, o desprezado e as coisas que não são. É por isso que quando seu barbeiro, Pedro, expressou preocupação sobre quão difícil ele considerou a oração, Lutero foi para casa e lhe escreveu um tratado sobre oração. E ele não se esqueceu de Pedro depois.  Quando o trágico barbeiro matou seu cunhado em uma briga de bêbados e foi sentenciado à morte, Lutero interviu para obter a sentença comutada para banimento pelo resto da vida. Embora fosse muito ocupado, Lutero nunca esqueceu a quem ele deveria estar servindo.

Tese Dois: Martinho Lutero entendia o culto como fundamentado no arrependimento.

Lutero não entendia a dialética lei/evangelho como oferecendo fundamento para o antinomismo ou como as bases conceituais de uma visão afeminada e distorcida de Deus como exclusivamente pai.  Pelo contrário, ela expressava a tragédia profunda e aterrorizante da condição caída da humanidade e como somente o próprio Deus em Cristo é o único forte o bastante para nos proteger; e o culto, assim, não era uma resposta emocional, sentimental e boba, à maneira como Deus lida com nossas “feridas”. Na verdade, ele não considerava que o principal problema dos pecadores era estarem feridos. Pelo contrário. O principal problema deles era que estavam em deliberada rebelião contra Deus – e realmente gostando disso. Eles não precisavam ser confortados, mas feridos pela Lei. A verdadeira vida, portanto, deveria ser encontrada em contínua morte para si mesmo e ressurreição para Deus.

Assim, o culto era um constante lembrete dramático de quão terrivelmente próximos estamos do julgamento de Deus e de como Cristo é a única pessoa que pode nos proteger da fúria da tempestade. O culto, portanto, não era uma celebração superficial; é muito mais sério que isso, como se pode ver pelos seus frutos litúrgicos. Menos “Brilha, Jesus!” e mais “Paixão segundo São Mateus” de Bach.

Tese Três: Martinho Lutero não se importa com o mito da influência cultural, nem com a arrogância cultural necessária para atrair a atenção dos Grandes e dos Bons. 

Lutero certamente chamou atenção dos Grandes e dos Bons. Mas não foi por gostar de cervejas artesanais (embora ele realmente gostasse), por suas tatuagens (não há registro de alguma), por seu amor pelas artes e música (pelo que era particularmente apaixonado) ou por sua habilidade de adaptar sua atitude e conquistar lugar na mesa da grande mídia. Pelo contrário, foi porque ele disse a verdade. Ele sabia que o mundo não se importa realmente com sutilezas ou com a amizade da igreja, e que as tentativas da igreja de fazer amizade com o mundo sempre são desastrosas para ela. 

Como aqueles que tentam acomodar-se no debate sobre homossexualidade logo descobrirão, são somente os que estão em posições de fraqueza política e social que se interessam por adaptações de pensamento; aqueles que têm poder sempre vivem em um mundo “preto-no-branco”, onde somente eles fazem as regras do jogo e somente eles as impõem. Lutero chamou atenção não porque dominava as regras do jogo, mas porque se recusava a jogar por elas.

Tese Quatro: Lutero via o sofrimento como uma marca da verdadeira igreja. 

Para Lutero, a verdadeira igreja seria culturalmente desprezada pelos grandes. De fato, seu conceito do teólogo da cruz impulsionou uma teologia que evitava métodos e critérios de sucesso como o mundo os enxergava. Em sua obra de 1539, Sobre os Concílios da Igreja, Lutero via a cruz como uma das sete marcas da igreja saudável. Sofrer e ser considerado como escória por todo o mundo eram o esperado. Pode-se perguntar hoje quão cheias as megaigrejas estariam se o governo adicionasse um imposto de 10% sobre aqueles que professassem o cristianismo. De fato, quando alguns dos gigantes emblemáticos da nova onda evangélica nem mesmo tiveram cultos no último domingo do ano passado, 25 de dezembro, porque coincidia com o Natal, me pergunto o que compromisso, sofrimento e sacrifício significam nesses contextos, se é que alguma coisa.

Tese Cinco: Martinho Lutero era pastoralmente sensível quanto a práticas queridas de cristãos mais velhos.

Após defender a liturgia na língua vernácula, levou cinco anos para Lutero realmente implementar uma em Wittenberg. Então, quando ele escreveu seus catecismos, deliberadamente usou vocabulário pré-Reforma para expressar sua nova teologia. Por quê? Simplesmente isto: ele era pastoralmente sensível. Ele sabia que sua tarefa como servo (ver Tese Um) significava que ele não poderia simplesmente impor sua vontade sobre o povo de uma maneira que lhes machucasse, ferisse e afligisse. O culto contemporâneo da juventude e da inovação teria lhe impressionado como completamente equivocado e insensível, uma rendição aos gostos e exigências da categoria de pessoas com menor probabilidade de ter algo útil ou sábio para contribuir sobre como a igreja deveria guiar seus trabalhos. E para aqueles que dizem que uma atitude assim nunca produziria um convite para aparecer na televisão ou alienaria os Jovens, Bonitões e Bacanas, ele simplesmente teria lhes indicado a Tese Três acima.  Sua primeira prioridade era cuidar de todo o povo de Deus, não de uma faixa etária restritamente definida; na verdade, ele temia profundamente o emprego da energia e entusiasmo dos jovens em uma causa violentamente iconoclasta. Assim, ele retornou a Wittenberg, em 1522, a fim de colocar para correr aqueles que buscavam trazer uma reforma radical.

Tese Seis: Lutero não concordou em diferir sobre questões de importância e, assim, transformá-las em trivialidades práticas. 

Em 1529, Lutero efetivamente destruiu uma aliança entre os príncipes luteranos e os cantões da Reforma Suíça devido à sua crença na Presença Real de Cristo na Ceia do Senhor.  Para as mentes evangélicas modernas, isso provavelmente parece loucura; porém, como Machen salientou, era melhor que ele se apegasse apaixonadamente a uma posição errada em um tópico muito importante que se ele simplesmente deixasse a Ceia do Senhor de lado porque ela não era tão importante. Lutero não permitiu que os gostos de sua época nem a necessidade urgente de uma confederação ampla o levasse a desprezar o que ele estava convencido ser ensino da Escritura.

Tese Sete: Lutero via a existência do ministro ordenado como uma marca da igreja. 

No início da Reforma, o escritor papal Prierias escreveu uma obra atacando a teologia de Lutero. Lutero era tão estúpido, afirmou Prierias, que ele tinha escrito sua refutação ao reformador em apenas três dias.  Em resposta, Lutero republicou a obra com um prefácio escrito por ele mesmo, em que dizia que havia escrito sua refutação de Prierias em dois dias. Ao fazer isso, Lutero demonstrou uma compreensão instintiva de como a inovação tecnológica da impressão barata tinha mudado as regras do jogo polêmico: queimar livros era inútil como forma de controlar o conhecimento; subversão era muito melhor. Entretanto, apesar de toda a sua compreensão de quão importante era a tecnologia e quão crucial era a capacidade de usá-la, ele recusou-se a fazer dos tecnocratas uma marca da igreja.  Após a catástrofe de 1525, Lutero rapidamente passou a perceber que os ministros ordenados, aqueles escolhidos pela igreja como detentores das capacidades morais e pedagógicas descritas por Paulo, eram aqueles a quem a igreja foi confiada. Há uma lição aqui para um mundo como o nosso, onde os Jovens, Bonitões e Bacanas com experiência computacional aspiram definir as prioridades das igrejas pela simples força da habilidade tecnológica. Lutero não era um ludita; mas ele sabia que mera experiência midiática não implicava que uma pessoa deveria ser colocada em posição de influência.

Tese Oito: Lutero viu o problema de uma liderança que só prestava contas a si mesma.

Parte do problema que Lutero enfrentou na Reforma foi a completa falta de prestação de contas por parte dos Chefões. O Papa e os Cardeais se policiavam e voluntariamente não respondiam a ninguém. Portanto, a única maneira que Lutero tinha de fazer-se ouvido era usando todas as ferramentas retóricas de sua caixa, da sátira à polêmica contundente. Ele foi feliz nisso, claro: naqueles dias, não havia a estética da “dor” e “ferida” pessoal, que permitiu aos cristãos contemporâneos evitar a crítica e, na verdade, virar a mesa moral sobre aqueles que os criticavam. O problema da liderança irresponsável e influente no evangelicalismo está vivo e bem.  Oh Martinho! Deverias aqui estar neste instante: o evangelicalismo de ti precisa.

Tese Nove: Lutero tinha pouca consideração por sua própria contribuição literária ao Cristianismo.

Pouco antes de morrer, Lutero declarou que somente sua resposta a Erasmo, Da Vontade Cativa (1525), e seus catecismos eram dignos de preservação. Se ele estivesse vivo hoje, seria muito improvável que estaria administrando um site dedicado primariamente a promover seus próprios livros e panfletos. Assim, ele dificilmente seria um homem de sucesso no mundo evangélico moderno. Nem ele se permitira uma “propaganda descarada” de si mesmo chamando-a explicitamente por esse nome, como se a tentativa elaborada de ironia pós-moderna de alguma maneira tornasse aceitável a natureza autosserviente dessa vaidade mercenária. Suspeito que ele acharia que a deixa ainda pior, por adicionar o pecado do “insulto à inteligência do leitor” ao óbvio “propaganda descarada”.   (O último ponto é provavelmente digno de apenas meia tese. Daí o 9,5).

O impacto integral dessas teses: se o Dr. Martinho estivesse hoje entre nós, não encontraria espaço fácil na igreja evangélica. Na verdade, dirigir táxi poderia muito bem ser uma ocupação muito melhor.


Tradução: Josaías Jr no iPródigo

Fonte: Carl Trueman em Reformation 21


FONTE;

Japonês vence disputa por virgindade de brasileira.


Terminou às 9h desta quarta-feira o leilão pela virgindade da brasileira Catarina Migliorini. O lance mais alto foi de U$S 780 mil, o equivalente a mais de R$ 1,5 milhão. Seis pessoas disputavam a virgindade de Catarina: três americanos, um australiano, um indiano e um japonês. O japonês foi o autor do lance mais alto.

O leilão da virgindade da brasileira foi lançado em um site no dia 15 de setembro. Segundo o regulamento, a primeira noite de Catarina está prevista para 3 de novembro, durante um voo que partirá da Austrália ou Indonésia para os Estados Unidos. 

Entre as regras que devem ser obedecidas pelo ganhador está o uso de camisinha obrigatório. "Ele também não pode me beijar, não pode realizar nenhuma fantasia nem fetiche, nem usar nenhum brinquedo", explica ela. "O ato também não vai ser filmado", diz.


A catarinense está neste momento em Bali, na Indonésia, para participar de um projeto que prevê, além do leilão, a gravação de um documentário sobre a preparação para o momento.

Catarina Migliorini tem 20 anos e decidiu se inscrever em um concurso há dois anos. O produtor australiano Justin Sisely logo chamou a menina, então com 18 anos, para fazer um teste em vídeo. Depois, ela foi a escolhida para participar do projeto.

As filmagens do documentário começaram há cerca de um mês. O vídeo vai registrar a história da jovem e os preparativos para o leilão, até o dia em que deve ocorrer sua primeira noite. 



Fonte: 

Pastor é preso acusado de estuprar obreiras e fazê-las beber "esperma de Deus"


Um pastor de 37 anos foi preso pela polícia de Manaus (AM), acusado de estuprar duas obreiras, uma de 15 e outra de 17 anos. Segundo as investigações, Cleyson Alves de Souza dizia que ejaculava “esperma de Deus”. As informações são do Correio de Alagoas. 

As vítimas afirmaram que Cleyson prometia ajudar no desenvolvimento da forma física por meio do sexo e as levava para o motel, onde eram violentadas. As jovens também tinham de engolir o “esperma de Deus” ejaculado pelo pastor, pois ele afirmava que aquilo era necessário para suas almas serem purificadas.

A Depca (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente) pediu à Justiça na semana passada prisão preventiva do acusado, após ter recebido a denúncia das adolescentes, que alegam não ter delatado o crime antes porque ele as ameaçava de morte. Segundo a delegada Linda Glaúcia, Cleyson também se passava por policial.

Uma das vítimas contou que o pastor afirmava poder ter o corpo da fiel que quisesse por ser pastor e que ele incitava a prática de atos libidinosos mostrando vídeo de um menino de 11 anos sendo violentado com um cabo de vassoura.

O pastor foi preso quando pregava na Igreja Pentecostal Deus Altíssimo, na região centro-oeste da cidade. A polícia soube que ele estava ali por intermédio de uma denúncia anônima.



Fonte:

MULHER ESTÁ SENDO COMIDA VIVA NO SIRI LANKA.

Reportagem Domingo Espetacular: Sacrifícios de crianças na África; Um novo culto à Moloque.


Uma vergonhosa prática em países africanos, nos trás uma pergunta: Se Cristo aperfeiçoa as culturas, trazendo dignidade à vida humana numa visão cultural forjada num conceito que somos criatura feita à imagem e semelhança do seu Criador, portanto não se deve torturar, matar ou vilipendiar de nenhuma forma a criatura humana. No que se refere à crianças a concepção é ainda mais chocante, devido a oposição que valores Cristãos do ocidente se impõe a essas práticas. A pergunta que não quer calar: Se a prática continua ou cresce, se Cristo interrompe, e se a igreja é a responsável de se levar o Evangelho transformador, de quem é a falha? Sim, é da igreja de hoje, que infelizmente ''burrocratiza'' através de seus líderes ''burrocrátas'', a fórmula símples de ''preparar, enviar, sustentar e dar respaldo'' aos missionários, que em muitos casos, tem que ir como missionário independente por não aguentar a chamada explodindo em seus corações. Se vamos mudar, temos que mudar agora! Amanhã só resta vergonha diante do tribunal de Cristo.
Projeto SUPRIR.

Exposição na internet deixa usuários vulneráveis a golpes.

Teste com vidente revela como é possível ter acesso a informações pessoais publicadas voluntariamente na rede.

clik no link abaixo e veja a reportagem


Um homem capaz de adivinhar o nome dos seus amigos, parentes. De saber onde você passou as férias. Um vidente que revela seus segredos mais íntimos. Verdade ou farsa? Nesta reportagem você vai descobrir detalhes da sua vida é bem mais fácil do que você imagina. Que poder tem Gabriel, o vidente que desvenda todos os segredos? Comunicação com espíritos? Leitura da mente? Paranormalidade? 

Ele desvenda todos os segredos. A tenda do vidente foi montada em um shopping no Rio de Janeiro. Convidamos freqüentadores para testar os poderes dele. As pessoas entram um pouco desconfiadas, descrentes. 

Gabriel se concentra, diz que vai estabelecer uma conexão energética e começa a revelar segredos, nomes de pessoas queridas, datas importantes. Ele consegue saber onde a pessoa mora e até o número do telefone. O vidente revela os lugares por onde a pessoa andou recentemente e mesmo detalhes muito pessoais, como o apelido do marido. Ele sabe até o que mexe com cada um, o que toca fundo. 

Como ele sabe de tudo isso? Qual o segredo desse poder impressionante? 

Tudo que parecia segredo estava bem ao alcance de qualquer um, fácil de achar na rede mundial de computadores. A revelação surpreende. 

O vidente brasileiro foi inspirado em um vídeo que já tem mais de três milhões de acessos na internet e mostra como é fácil roubar dados pessoais. É uma campanha da federação do setor financeiro da Bélgica. 

É um truque fácil de ser feito. Bastou pegar o nome da pessoa na entrada. Assim que ela entrou na tenda, a equipe do especialista em crimes da internet Wanderson Castillho começou a procurar os dados em redes sociais ou mecanismos de busca. Usando um rádio, Wanderson passava as informações para o falso vidente, na verdade, um ator, que caprichou no papel. E muita gente acreditou que ele tinha poderes sobrenaturais. Até informações que a pessoa considerava confidenciais estavam disponíveis na rede. 

O vidente não tem poder sobrenatural nenhum. O teste foi para mostrar como é possível saber tudo sobre a vida de uma pessoa usando apenas a internet. Foi uma simulação, mas há inúmeras quadrilhas procurando vítimas no mundo virtual, usando informações dadas voluntariamente por milhões de pessoas e causando prejuízos milionários. 

Um estudo de uma empresa de segurança de internet mostrou que, somente em 2011, os crimes virtuais causaram um prejuízo de R$ 16 bilhões no Brasil e atingiram 28 milhões de pessoas, como Eloy Tuffi, empresário bem sucedido do ramo de informática. Ele é namorado da miss Campinas, de 21 anos. Talvez por inveja ou interesses financeiros, alguém criou um blog especializado em falar mal dele, inventar notícias falsas. Segundo o blog, Tuffi faliu várias empresas. 

O blog já criou constrangimentos e prejuízos. “Muitos futuros franqueados não fecharam contrato comigo justamente por causa dessas coisas que aparecem nas redes sociais”, conta ele. 

Eloy e outros empresários de São Paulo, com o mesmo problema, entraram na Justiça, mas não conseguem tirar as páginas do ar. O material com difamações está em um servidor nos Estados Unidos, que não tem obrigação legal de cumprir ordens da justiça brasileira. A polícia de São Paulo já sabe quem estava alimentando o blog. 

Os policiais descobriram que os sites e blogs com difamações eram atualizados em um computador em uma pequena lan house no bairro do Ipiranga, em São Paulo. Para apanhar o responsável foi preciso paciência. Durante dez dias, eles ficaram de olho na loja e na internet. Até que o suspeito voltou ao local do crime. Ele digitou um texto no computador. Na hora em que tentou publicá-lo na internet, os policiais que estavam no local, receberam um alerta e o prenderam em flagrante. 

A polícia agora investiga quem contratou os serviços dele. Segundo investigadores, um blog com difamações pode custar até R$ 60 mil. 

“Difamação profissional. Existem pessoas hoje contratadas, inclusive por empresas, visando denegrir a imagem de concorrentes e não só de empresas, mas pessoas que querem se vingar. Pessoas que usam a própria internet e as suas ferramentas para pesquisar tudo aquilo que elas podem, todo tipo de informação da pessoa que eles querem difamar”, explica Renato Opice Blum. 

No mundo real, pouca gente teria coragem de enfrentar Ricardo Arona. Mas, protegidos pelo anonimato, criminosos da internet estão infernizando a vida do lutador. No mundo virtual, ele é mais uma vítima tentando se defender. 

Se no octógono, Arona se vira sozinho, na internet, pediu ajuda à polícia. É só entrar nas redes sociais e digitar Ricardo Arona. Aparece uma enorme lista, quase duzentos perfis. Nenhum feito por ele. Alguém se passa por Ricardo, marca apresentações e até fecha contratos. 

“Tive problemas com marcação de trabalhos, palestras que são tanto no Brasil como no exterior. Ele também se comunica e também marca trabalhos para mim no exterior, nos Estados Unidos, na Europa também”, conta o lutador. 

Eloy e Ricardo são pessoas públicas, o que facilita o trabalho das quadrilhas, mas há milhões de pessoas expondo a sua vida privada para quem quiser ver. 

Segundo a pesquisadora Paula Chimenti, a internet potencializa duas necessidades básicas do ser humano. “Você coloca um comentário, alguém já diz que isso é legal. Você já fica feliz com aquilo. A gente precisa pertencer a um grupo para se sentir seguro, para se sentir feliz. E a gente precisa, dentro desse grupo, ser reconhecido como alguém legal, importante, diferente, interessante”, avalia. 

E as informações divulgadas pelos próprios usuários ficam ao alcance dos mais temidos criminosos da internet, os hackers, capazes de roubar todas as informações de um computador. 

Em Brasília, a polícia prendeu, no mês passado, Douglas de Lima Santos, de 21 anos. Ele gastou mais de R$ 11 mil em um quarto de luxo e festas em um hotel. O cartão de crédito era falso, obtido com dados roubados da internet. A quadrilha dele desviou uma pequena fortuna. 

“Em torno de R$ 40 milhões. E foram gastos com festas, com viagens, com presentes, com frete de aviões”, diz Marco Antônio de Almeida. 

Vamos voltar à tenda do vidente. Quando Leonardo entrou na tenda, a equipe do Fantástico não poderia imaginar que ele teria a reação que teve. Foi só o ator que se passa por vidente revelar o nome da namorada para ele acreditar totalmente que estava diante de alguém com poder para normal. 

Os especialistas em internet descobriram que Leonardo gosta de cães e ele acabou revelando um sonho: abrir uma empresa para cuidar de animais. Quando a verdade foi revelada, foi um choque. 

O advogado Renato Opice Blum, especialista em crimes na internet, diz que as pessoas devem tomar cuidado para não se expor demais: “Tudo aquilo que puder causar um prejuízo para ela no futuro - uma fotografia numa situação mais sensível, um vídeo, um texto mais agressivo, algo que possa revelar um segredo - isso não deve ser divulgado”. 

Você realmente é cristão?


Pode ser que algumas pessoas não entendam... mas o vídeo mostra tatuados, viciados, e todos os demais, justamente para que os que se dizem "cristãos" entendam que não devemos fazer acepção de pessoas... devemos amar a todos, sem preconceito algum, pois todos têm direito a conhecer Jesus, conhecer uma vida melhor que Ele tem a nos oferecer.

Tortura e Morte aos Cristãos em suas Missões - Cenas Fortes

Assista esse vídeo e aprenda a ser cristão de verdade!



Ser cristão é isso. É assumir essa identidade em qualquer circunstância, e não ter medo, pois "maior é o que está em nós do que o que está no mundo". E estejamos em paz sempre, orando sem cessar, e por todos. Deus guarde cada um de nós.

Voce está pronto a morrer pela sua fé?

Simulação que nos amedronta quando temos a nossa vida por preciosa. Será que ele vai negar a Cristo e continuar ¨vivo¨ou morrer e herdar a vida eterna. Quem me nega meu pai também o negara. Os timidos ficarão de fora...

Decapitados por motosserra no mexico.se não tiver estômago não assista.

A FALTA DE DEUS FAZ ESTAS COISAS. 
CENAS MUITO FORTES. 


NOTA: video no twitter ou facebook é uma realidade que vivemos no México.







A REVELAÇÃO DO INÍQUO P.2 FINAL - O RETORNO DO PAPA JOAO PAULO II - APOC...

A REVELAÇÃO DO INÍQUO
VIVEMOS HOJE O APOCALIPSE ! O VATICANO JA POSICIONOU UMA CAMERA ONLINE 24HRS TRANSMITINDO AO VIVO IMAGENS DO TUMULO DO PAPA JOAO PAULO II (O RETORNO DO QUE SERIA O PAPA A ESTA TERRA) A NOVA ORDEM MUNDIAL ( O NUMERO 11) APRENDA A CALCULAR O NUMERO DA BESTA 666 (SEM DUVIDAS) REVELADO O FUTURO VIDEO COM A REVELAÇÃO DO APOCALIPSE 17, "Os Sete Reis do Apocalipse 17" "A REVELAÇÃO DO INÍQUO " VISÃO MAGNIFICA QUE NOS MOSTRA OS DIAS ATUAIS QUE ANTECEDEM A INEFÁVEL VOLTA DE JESUS CRISTO A TERRA, PARA RESGATAR SUA IGREJA SANTA E IMACULADA, A NOIVA DE CRISTO. VOCE ESTÁ PREPARADO ???

Marca da besta será obrigatória em 2013!!!

COLOCARAM O SÍMBOLO MAÇONS NAS ÂMBULANCIAS DO MUNDO TODO

Quem é Baphomet? E porque.



Baphomet é uma figura enigmática com cabeça de bode que é encontrada em várias lugares na história do ocultismo. Dos Cavaleiros Templários da Idade Média e os maçons do século 19 às correntes modernas do ocultismo, Baphomet nunca deixou de criar polêmica. Mas qual é a origem de Baphomet, e mais importante, qual é o verdadeiro significado desta figura simbólica? Este artigo analisa as origens do Baphomet, o seu significado esotérico e sua ocorrência na cultura popular.

Ao longo da história do ocultismo ocidental, o nome do misterioso Baphomet foi muitas vezes invocado. Embora ele tenha se tornado um nome comum no século XX, menções de Baphomet podem ser encontradas em documentos que datam desde o século 11. Hoje, o símbolo está associado com qualquer coisa relativa ao ocultismo, rituais de magia, bruxaria, satanismo e esoterismo. Baphomet aparece muitas vezes na cultura popular para identificar qualquer coisa relacionada com ocultismo.
A representação mais famosa do Baphomet é encontrada em “Dogme et Rituel de la Haute Magie” (Dogma e Ritual da Alta Magia), um livro de 1897 de Eliphas Lévi que se tornou uma referência padrão para o ocultismo moderno. O que esta criatura representa? Qual é o significado dos símbolos ao seu redor? Por que ela é tão importante no ocultismo? Para responder algumas dessas questões, devemos primeiro olhar para suas origens. Vamos primeiro apresentar a história de Baphomet e os vários exemplos de referências a Baphomet na cultura popular.
Origens do Nome
Há diversas teorias sobre as origens do nome de Baphomet. A explicação mais comum afirma que este nome é uma corrupção do nome de Mohammed em francês antigo do (que foi “latinizado” para “Mahomet”) – o Profeta do Islã. Durante as Cruzadas, os cavaleiros templários permaneceram durante longos períodos de tempo em países do Oriente Médio, onde se familiarizaram com os ensinamentos do misticismo árabe. Este contato com as civilizações orientais lhes permitiram trazer de volta para a Europa a base do que se tornaria o ocultismo ocidental, incluindo o gnosticismo, a alquimia, a cabala e o hermetismo. A afinidade dos cavaleiros Templários com os muçulmanos levou a Igreja a acusá-los de adoração de um ídolo chamado Baphomet, por isso há algumas ligações plausíveis entre Baphomet e Maomé. No entanto, existem outras teorias sobre as origens do nome.
Eliphas Levi, o ocultista francês que desenhou o famoso retrato de Baphomet argumentou que o nome havia sido derivado de uma codificação cabalística:

O nome do Baphomet dos Templários, que deve ser soletrado cabalisticamente para trás, é composto de três abreviações: Tem. ohp. AB., Templi omnium hominum pacts abbas, “o pai do templo da paz de todos os homens”.[1]

Arkon Daraul, um autor e professor da tradição Sufi e de magia, argumentou que o nome Baphomet veio da palavra árabe Abu fihama (t), que significa “O Pai do Entendimento”. [2]
Dr. Hugh Schonfield, cujo trabalho sobre os Manuscritos do Mar Morto é bem conhecido, desenvolveu uma das teorias mais interessantes. Schonfield, que havia estudado uma sistema de criptografia judeu chamado Atbash, que foi usado na tradução de alguns dos Manuscritos do Mar Morto, afirmou que quando se aplicou a cifra na palavra Baphomet, esta foi transposta para a palavra grega “Sophia”, que significa “conhecimento” e também é sinônimo de “deusa”.
Possíveis Origens da Figura

A representação moderna de Baphomet parece ter suas raízes em várias fontes antigas, mas principalmente em deuses pagãos. Baphomet tem semelhanças com deuses de todo o globo, incluindo do Egito, do norte da Europa e da Índia. Na verdade, as mitologias de um grande número de civilizações antigas incluem algum tipo de divindade com chifres. Na teoria junguiana (de Carl Jung), Baphomet é uma continuação do arquétipo deus-com-chifres, pois o conceito de uma divindade com chifres é universalmente presente na psique individual. Será que Cernunnos, Pan, Hathor, o Diabo (como descrito pelo cristianismo) e Baphomet têm uma origem comum? Alguns de seus atributos são muito semelhantes.

 O antigo deus celta Cernunnos é tradicionalmente representado com chifre na cabeça, sentado na “posição de lótus”, semelhante à representação do Baphomet de Levi. Embora a história de Cernunnos esteja envolta em mistério, ele é geralmente considerado o deus da fertilidade e da natureza.

Na Grã-Bretanha, Cerennunos foi nomeado Herne. O deus chifrudo 
tem as características de Sátiro de Baphomet, juntamente com sua ênfase no falo. 

Pan era uma divindade de destaque na Grécia. O deus da natureza era muitas vezes representado com chifres na cabeça e a parte inferior do corpo de um bode. Não diferentemente de Cerenunnos, Pan é uma divindade fálica. Suas características animalescas são a personificação dos impulsos carnais e de procriação dos homens.


Papa Silvestre II e o Diabo (1460). No cristianismo, o diabo tem características 
semelhantes às dos deuses pagãos descritos acima pois eles são a principal inspiração 
para essas representações. Os atributos incorporados por esses deuses se tornou a 
representação do que é considerado o mal pela Igreja.
O carta do Diabo do Tarot de Marselha (século 15). Esta carta mostra o 
diabo, com suas asas, chifres, seios e sinal da mão. É sem dúvida uma grande
influência na representação do Baphomet de Levi (detalhes mais adiante).

Robin Good-Fellow (ou Puck) é um elfo mitológico que seria a personificação 
do espírito da terra. Tendo vários atributos de Baphomet e outras divindades, 
ele é mostrado aqui na capa de um livro de 1629 rodeado por bruxas.

Pintura de Goya de 1821 El Aquelarre, ou El Gran Cabrón (O grande Bode) 
ou ainda “Witches Sabbath”. A pintura retrata um grupo de bruxas reunidas em 
torno de Satanás, retratado como uma figura meio-homem, metade bode. 

Uma figura semelhante a Baphomet na Catedral de Notre-Dame-de-Paris, 
que foi originalmente construída pelos Cavaleiros Templários.

 Baphomet de Eliphas Levi

Esta representação de Baphomet de Eliphas Levi em seu livro Dogmes et Rituels de la Haute Magie (Dogmas e Rituais da Alta Magia) tornou-se a representação visual “oficial” de Baphomet.
Em 1861, o ocultista francês Eliphas Lévi incluíu em seu livro “Dogmes et Rituels de la Haute Magie” (Dogma e Ritual de Alta Magia) um desenho que se tornaria a mais famosa representação do Baphomet: um bode humanóide alado com um par de seios e uma tocha em sua cabeça entre os seus chifres. A figura apresenta semelhanças numerosas com as divindades descritas acima. Ele também inclui vários outros símbolos relacionados com os conceitos esotéricos encarnado por Baphomet. No prefácio de seu livro, Levi diz:

“O bode na capa carrega o sinal do pentagrama na testa, com um ponto no topo, um símbolo de luz, e suas duas mãos formam o sinal do hermetismo, uma que aponta para a lua branca de Chesed, e a outra apontando para baixo para a lua negra de Geburah. Este signo expressa a perfeita harmonia da misericórdia com a justiça. Um de seus braços é de uma fêmea, e o outro de um macho como os do andrógino de Khunrath, os atributos dos quais tivemos que unir com os do nosso bode porque ele é um e o mesmo símbolo. A chama da inteligência que brilha entre seus chifres é a luz mágica do equilíbrio universal, a imagem da alma elevada acima da matéria, como a chama, que ainda que esteja amarrada à matéria, brilha acima dela. A cabeça do animal repulsivo exprime o horror do pecador, cuja atuação material é a única parte responsável que tem de suportar exclusivamente o castigo, porque a alma é insensível de acordo com sua natureza e só pode sofrer quando se materializa. A vara de pé em vez dos genitais simboliza a vida eterna, o corpo coberto de escamas simboliza a água, o semi-círculo acima dele significa a atmosfera e as penas logo em seguida acima representam a volatilidade . A humanidade é representada pelos dois seios e os braços andróginos desta esfinge das ciências ocultas.” [3]

Na representação de Levi, Baphomet representa a culminação do processo alquímico – a união de forças opostas para criar Luz Astral – a base da magia e, por fim, a iluminação.
Um olhar mais atento sobre os detalhes da imagem revela que cada símbolo é, inevitavelmente, equilibrado com o seu oposto. Baphomet em si mesmo é um personagem andrógino possuindo as características de ambos os sexos: seios femininos e uma haste que representa o falo ereto. O conceito de andrógeno é de grande importância na filosofia oculta, pois representa o mais alto nível de iniciação na busca de se tornar “um com Deus”.
O falo (pênis) de Baphomet é, na verdade o Caduceus de Hermes - uma haste com duas serpentes entrelaçadas. Este antigo símbolo tem representado o hermetismo durante séculos. O Caduceus esotericamente representa a ativação dos chakras, a partir da base da coluna vertebral para a glândula pineal, usando o poder serpentino (daí, as serpentes) ou Luz Astral.

O Caduceus como símbolo de ativação chakra.

A Ciência é real somente para aqueles que admitem e entendem a filosofia e a religião, e seu processo só será bem sucedido para o Adepto que atingir a soberania da vontade, e assim se tornar o Rei do mundo elementar: para o grande agente da operação do Sol, é aquela força descrita no símbolo de Hermes, da tábua de esmeralda, é o poder mágico universal; o espiritual, ardente, a força motriz, é o Od, de acordo com os hebreus, e a luz astral, de acordo com outros povos.
Aí está o fogo secreto, vivo e filosofal, da qual todos os filósofos herméticos falam com a reserva mais misteriosa: a Semente Universal, do qual o segredo por eles é mantido, e o qual eles representavam apenas sob a figura do Caduceu de Hermes. [4]

Baphomet é portanto, o simbolo da Grande Trabalho da alquimia onde as forças separados e opostas são unidas em perfeito equilíbrio para gerar a luz Astral. Este processo alquímico é representada na imagem de Levi pelos termos ‘Solve’ e ‘Coagula’ nos braços do Baphomet. Enquanto eles realizam resultados opostos, Solve (transformar sólido em líquido) e Coagula (transformar líquido em sólido) são duas etapas necessárias do processo alquímico – que visa transformar pedras em ouro, ou em termos esotéricos, um homem profano em um homem iluminado . As duas etapas estão no braços apontando em direções opostas, enfatizando sua natureza oposta.
As mãos de Baphomet formam o “sinal de hermetismo” – que é uma representação visual do axioma hermético “O que está em cima é como o que está embaixo“. Este ditado resume todos os ensinamentos e os objetivos do hermetismo, onde o microcosmo (homem) é como o macrocosmo (o universo). Portanto, a compreensão de um é igual a compreensão do outro. Esta Lei de Correspondência origina as Tábuas de Esmeralda de Hermes Trismegisto, onde foi declarado:

“O que está em cima é como o que está embaixo. E o que está embaixo é como o que está em cima, para realizar os milagres de uma só coisa”. [5]

O domínio dessa força de vida, a Vida Astral, é o que é chamado pelos ocultistas modernos de “magia”.

O cartão do Mágico do tarot exibindo o axioma hermético 
“O que está em cima é como o que está embaixo”

“A prática da magia – branca ou preta – depende da capacidade do adepto de controlar a força da vida universal – o que Eliphas Levi chama de “o grande agente mágico”, ou a luz astral. Pela manipulação desta essência fluídica os fenômenos do transcendentalismo são produzidos. O famoso bode hermafrodita de Mendes era uma criatura composta formulada para simbolizar a luz astral. Ele é idêntico ao Baphomet, o deus místico daqueles discípulos de magia cerimonial, os Templários, e estes provavelmente obtiveram este conhecimento dos árabes.” [6]

Cada uma das mãos de Baphomet aponta para luas opostas, que Levi chama de Chesed e Geburah – dois conceitos opostos tomadas da Cabala Judaica. Na Árvore cabalística da Vida, o Sefirot, Chesed está associada a “bondade dada aos outros”, enquanto Geburah refere-se à contenção “da própria vontade de conceder bondade aos outros, quando o destinatário do bem é considerado indigno e susceptível de abusar desta”. Estes dois conceitos são opostos e, como tudo na vida, um equilíbrio deve ser encontrado entre os dois.
A característica mais reconhecível de Baphomet é, naturalmente, a sua cabeça de bode. Esta cabeça monstruosa representa a natureza animal e pecaminosa do homem, suas tendências egoístas e seus instintos mais básicos. Oposto à natureza espiritual do homem (simbolizada pela “luz divina” em sua cabeça), este lado animal é independentemente visto como uma parte necessária da natureza dualista do homem, onde o animal e o espiritual devem se unir em harmonia. Também pode-se argumentar que a aparência grotesca geral do Baphomet poderia servir para afastar e repelir o profano que não é iniciado com o significado esotérico do símbolo.

Em Sociedades Secretas

Embora representação Levi de Baphomet de 1861 seja a mais famosa, o nome deste ídolo tem circulado por mais de mil anos, através de sociedades secretas e círculos ocultistas. A primeira menção registrada de Baphomet como uma parte de um ritual oculto apareceu durante a época dos Cavaleiros Templários. 
Os Cavaleiros Templários

Baphomet presidindo um ritual Templário por Leo Taxil.
É amplamente aceito pelos pesquisadores ocultistas que a figura de Baphomet foi de grande importância nos rituais da Ordem dos Templários. A primeira ocorrência do nome de Baphomet apareceu em uma carta de 1098 do cruzado Anselmo de Ribemont afirmando:

“À medida que o dia seguinte amanheceu eles clamaram bem alto por Baphometh enquanto nós orávamos silenciosamente em nossos corações a Deus, então nós os atacamos e forçamos todos eles para fora dos muros da cidade.” [7]

Durante o julgamento dos Templários de 1307, onde Templários foram torturados e interrogados a pedido do Rei Felipe IV da França, o nome de Baphomet foi mencionado várias vezes. Enquanto alguns templários negaram a existência de Baphomet, outros o descreveram como sendo tanto uma cabeça decepada, ou um gato, ou uma cabeça com três faces.
Enquanto os livros destinados para consumo de massa muitas vezes negam qualquer ligação entre os cavaleiros templários e Baphomet, alegando que isso é uma invenção da Igreja para demonizá-los, quase todos os autores de renome no ocultismo (que escreveram os livros destinados aos iniciados) reconhecem a ligação. Na verdade, o ídolo é muitas vezes referido como o “Baphomet dos Templários”.

“Será que os Templários realmente adoraram a Baphomet? Será que eles ofereciam uma saudação vergonhosa às nádegas do bode de Mendes? O que foi realmente esta associação secreta e potente que colocou a Igreja e o Estado em perigo, e foi assim destruída? Não julgue nada levemente, pois eles são culpados de um grande crime, pois eles expuseram a olhares profanos o santuário da antiga iniciação. Eles se reuniram novamente e compartilharam os frutos da árvore do conhecimento, para que eles pudessem se tornar senhores do mundo. A sentença proferida contra eles é maior e muito mais antiga do que o tribunal do papa ou do rei: “No dia em que comeres dela, certamente morrerás”, disse o próprio Deus, como lemos no livro de Gênesis.
(…)
Sim, em nossa profunda convicção, o Grão-Mestres da Ordem dos Templários adoraram a Baphomet, e fizeram ele ser adorado por seus iniciados; sim, existia no passado, e pode haver ainda no presente, assembléias que são presidida por esta figura, sentado em um trono e com uma tocha flamejante entre os chifres. Mas os adoradores deste sinal não consideram, como nós, que ela seja uma representação do diabo: pelo contrário, para eles é a do deus Pã, o deus de nossas escolas modernas de filosofia, o deus da escola teúrgica de Alexandrina e do nossos próprios místicos Neo-platonistas, o deus de Lamartine e Victor Cousin, o deus de Spinoza e Platão, o deus das escolas gnósticas primitivas, o Cristo também do sacerdócio dissidente. Esta última qualificação, atribuída ao bode de Magia Negra, não surpreenderá aos estudantes de antiguidades religiosas que estão familiarizados com as fases de simbolismo e a doutrina nas suas várias transformações, tanto na Índia, Egito ou Judéia.” [8]

Maçonaria
Pouco depois do lançamento de ilustração de Levi, o escritor e jornalista francês Léo Taxil lançou uma série de folhetos e livros denunciando a Maçonaria, acusando os lodges de adoração ao diabo. No centro de suas acusações estava Baphomet, que foi descrito como o objeto de adoração dos Maçons.

“Les mystères de la franc-maçonnerie” (Os Mistérios da Maçonaria) 
acusou os maçons de satanismo e de adorar Baphomet. As obras 
de Taxil levantaram a ira dos católicos.

A capa do livro de “Les mystères de la franc-maçonnerie” que descreve 
um ritual maçônico presidido por Baphomet, que está sendo literalmente adorado.

Imagem anti-maçônico de Abel Clarin de la Rive, 1894.
Em 1897, depois de causar grande celeuma devido às suas revelações sobre a Maçonaria francesa, Léo Taxil convocou uma conferência de imprensa onde anunciou que muitas de suas revelações tinham sido fabricadas [9]. Desde então, esta série de eventos vêm sendo apelidada de “O Hoax de Léo Taxil”. No entanto, muitos argumentam que há possibilidade de que a confissão Taxil pode ter sido fruto de coação a fim de acabar com a polêmica envolvendo a Maçonaria.
Seja qual for o caso, a conexão mais provável entre a Maçonaria e Baphomet é através do simbolismo, onde o ídolo se torna uma alegoria para os profundos conceitos esotéricos. O autor maçônico Albert Pike argumenta que na Maçonaria, Baphomet não é um objeto de adoração, mas um símbolo, sendo que o seu verdadeiro significado só é revelado a iniciados de alto nível.

“É absurdo supor que homens de intelecto adoravam um ídolo monstruoso chamado Baphomet, ou reconheciam Mahomet como um profeta inspirado. Seus simbolismos, inventados séculos antes, para esconder o que era perigoso confessar, foram naturalmente incompreendidos por aqueles que não eram adeptos, e aos seus inimigos pareciam ser panteístas. O bezerro de ouro, feito por Aarão para os israelitas, foi um dos bois sob a camada de bronze, e o Querubim no Propiciatório, incompreendido. Os símbolos dos sábios sempre se tornam os ídolos da multidão ignorante. O que os chefes da Ordem realmente acreditavam e ensinavam, é indicado para os Adeptos pelas sugestões contidas nos Altos Graus da Maçonaria, e pelos símbolos que só os Adeptos entendem.” [10]

Aleister Crowley

O ocultista britânico Aleister Crowley nasceu cerca de seis meses após a morte de Eliphas Lévi, levando-o a acreditar que ele era a reencarnação de Lévi. Em parte por esta razão, Crowley era conhecido dentro da Ordo Templi Orientis (O.T.O), a sociedade secreta que ele popularizou, como “Baphomet”.
Uma foto autografada de Crowley como Baphomet.
Aqui está a explicação de Crowley da etimologia do nome Baphomet, tiradas de seu livro de 1929 “As Confissões de Aleister Crowley”:

“Eu tinha tomado o nome Baphomet como o meu lema na O.T.O. Por mais de seis anos eu tinha tentado descobrir a maneira correta de soletrar este nome. Eu sabia que ele deveria ter oito letras, e também que as correspondências numéricas e literais deveriam ser de modo que expressassem o significado do nome em tais maneiras que confirmassem o que os estudiosos haviam descoberto sobre ele, e também para esclarecer os problemas que os arqueólogos até agora não conseguiram resolver… Uma teoria do nome é que ele representa as palavras “Beta alpha phi eta mu eta tau epsilon omicron sigma”, O batismo de sabedoria; outro, que é uma corruptela de um título que significa “Pai Mitra”. Não é necessário dizer que o sufixo R apoiou a última teoria. Eu adicionei a palavra, tal como é soletrada pelo Mago. Ela totalizou 729. Este número nunca tinha aparecido no meu trabalho Cabalístico e, portanto, não significava nada para mim. Ele no entanto se justificava como sendo o cubo de nove. A palavra “chi eta phi alpha sigma”, o título místico dado por Cristo a Pedro como a pedra angular da Igreja, tem esse mesmo valor. Até agora, o Mago tem-se mostrado com grandes qualidades! Ele tinha resolvido o problema etimológico e mostrou por que os Templários deveriam ter dado o nome de Baphomet para seu chamado ídolo. Baphomet foi Mithras Pai, a pedra cúbica, que foi a pedra angular do Templo. ” [11]

Baphomet é uma figura importante na Thelema, o sistema místico que Crowley estabeleceu no início do século 20. Em uma de suas obras mais importantes, Magick, Líber ABA, Book 4, Crowley descreve Baphomet como um andrógino divino:

“O Diabo não existe. É um nome falso inventado pelos Irmãos Negros para implicar uma unidade na sua confusão ignorante de dispersões. Um diabo que tivesse unidade seria um Deus … “O Diabo” é, historicamente, o Deus de qualquer povo que alguém pessoalmente não goste … Esta serpente, Satanás, não é o inimigo do homem, mas Ele que fez Deuses da nossa raça, conhecendo o Bem e do Mal, Ele mandou “Conhece a ti mesmo!” e ensinou a Iniciação. Ele é “O Diabo” do Livro de Thoth, e Seu emblema é Baphomet, o Andrógino que é o hieróglifo de arcana perfeição… Ele é, portanto, Vida e Amor. Mas além disso a sua carta é ayin, o Olho, de modo que ele é Luz, e sua imagem Zodiacal é Capricórnio, o bode saltitante cujo atributo é a Liberdade.” [12]

A Ecclesia Gnóstica Catholica, o braço eclesiástico de Ordo Templi Orientis (OTO), recita durante a sua Missa Gnóstica “E eu acredito na Serpente e no Leão, Mistério do Mistério, em Seu nome BAPHOMET” [13]. Baphomet é considerado como a união do Chaos e Babalon, energia masculina e feminina, o falo e o útero.

A Igreja de Satanás
Embora não seja tecnicamente uma sociedade secreta, a Igreja de Anton Lavey de Satanás continua a ser uma ordem ocultista influente. Fundada em 1966, a organização adotou o “Sigil do Baphomet” como seu emblema oficial.

O Sigil de Baphomet, o símbolo oficial da Igreja de Satanás, apresenta o Bode de Mendes dentro de um pentagrama invertido.
O Sigilo do Baphomet foi, provavelmente, fortemente inspirado por esta ilustração de Guaita’s La Clef de la Magie Noire (A Chave para Magia Negra).


 Ilustrações de La Clef de la Magie Noire (1897)

 De acordo com Anton Lavey, os templários adoravam Baphomet como um símbolo de Satanás. Baphomet é destaque presente durante nos rituais da Igreja de Satanás, com o símbolo sendo colocado acima do altar ritualístico.
Na Bíblia Satânica, Lavey descreve o símbolo do Baphomet:

“O símbolo do Baphomet foi usado pelos Cavaleiros Templários para representar Satanás. Através dos tempos este símbolo tem sido chamado por muitos nomes diferentes. Entre elas estão: O Bode de Mendes, o Bode de Mil Jovens, O Bode Preto, O Bode de Judas, e talvez o mais adequado, O Bode Expiatório”.
Baphomet representa os Poderes das Trevas combinados com a fertilidade generativa do bode. Na sua forma “pura” o pentagrama é mostrado envolvendo a figura de um homem nos cinco pontos da estrela – três pontas para cima, duas pontas para baixo – simbolizando a natureza espiritual do homem. No satanismo o pentagrama também é usado, mas já que o satanismo representa os instintos carnais do homem, ou o oposto da natureza espiritual, o pentagrama é invertido para acomodar perfeitamente a cabeça do bode – seus chifres, representando dualidade, que é voltado para cima em tom de desafio, os outros três pontos invertidos, ou a trindade negada. As letras hebraicas em torno do círculo exterior do símbolo, que são dos ensinos mágicos da Cabala, soletram “Leviathan”, a serpente do abismo, e identificada com Satanás. Estas figuras correspondem aos cinco pontos da estrela invertida.” [14]

Na Cultura Popular
Principalmente devido à influência de Aleister Crowley e Anton Lavey na cultura popular, as referências a Baphomet podem ser encontrado em toda a cultura popular. Em alguns casos, como com bandas de heavy metal, as referências são bastante claras e inequívocas – estas bandas, de modo algum escondem a influência dessas escolas de ocultismo em suas imagens. Aqui estão alguns exemplos:

Banda de Death Metal Behemoth – Capa de Zos Kia Cultus
Banda de death metal The Black Dalia Murder – capa do álbum Ritual.

Marilyn Manson – Capa do álbum Anti-Christ Superstar

Rammstein’s Pussy se refere a androginia de Baphomet. O segundo 
homem da direita também faz o sinal da mão “O que está em cima é como o que está embaixo”.

Na cultura pop de massa (corporativa), as referências são muito mais vagas e escondidas. Destinadas a um público mais jovem, as referências existem, mas provavelmente não são reconhecidas e compreendidas conscientemente pela maioria de sua platéia. Aqui estão alguns exemplos.

Lady Gaga.


A cantora pop Kerli.


Captura de tela do popular jogo online Ragnarok.

Capa do álbum de “Baphomet” de Kiichi

Muitas referências mais obscuras podem ser encontrados por aqueles “que têm olhos para ver”.

Conclusão
Baphomet é uma criação composta simbólica da realização alquímica através da união de forças opostas. Ocultistas acreditam que através do domínio da força vital, a pessoa é capaz de produzir a iluminação da magia e do espirito. A representação de Eliphas Lévi de Baphomet incluia vários símbolos aludindo à elevação da kundalini – energia serpentina – que em última análise, leva à ativação da glândula pineal, também conhecida como o “terceiro olho”. Então, do ponto de vista esotérico, Baphomet representa este processo oculto.
No entanto, ao longo do tempo o símbolo passou a denominar muito mais do que seu significado esotérico. Através de controvérsias, Baphomet tornou-se, dependendo do ponto de vista, uma representação de tudo o que é bom no ocultismo ou tudo o que é de ruim no ocultismo. É, de fato, o “bode expiatório” final, o rosto da feitiçaria, magia negra e satanismo. O fato do símbolo ser bastante monstruoso e grotesco provavelmente ajudou a impulsionar o símbolo para o seu nível de infâmia, como nunca deixa de chocar religiões organizadas ao mesmo tempo que atrae aqueles que se rebelam contra elas.
Desde que ganhou amplo reconhecimento na cultura popular, a imagem de Baphomet é agora utilizada como um símbolo de qualquer coisa sobre ocultismo e ritualismo. Nos meios de comunicação de massas, que têm laços com sociedades secretas, a figura de Baphomet aparece nos lugares mais estranhos, muitas vezes para um público jovem demais para entender a referência oculta . Estaria Baphomet sendo utilizado na cultura pop como um símbolo do poder da elite oculta sobre as massas ignorantes?

1 - Eliphas Levi, Dogmes et Rituels de la Haute Magie (Dogma e Ritual da Alta Magia)
2- Arkon Daraul, A History of Secret Societies
3- Eliphas Levi, Dogme et Rituel de la Haute Magie
4- Albert Pike, Morals and Dogma
5- English translation of the Emerald Tablet
6- Manly P. Hall, The Secret Teachings of All Ages
7- Malcom Barber and Keith Bate, Letters from the East: Crusaders, Pilgrims and Settlers in the 12th-13th Centuries
8- Op. Cit. Levi
9- The Confessions of Léo Taxil, April 25 1897
10- Albert Pike, Morals and Dogma
11- Aleister Crowley, The Confessions of Aleister Crowley
12- Aleister Crowley, Magick, Liber ABA, Book 4
13- Helena and Tau Apiron, “The Invisible Basilica: The Creed of the Gnostic Catholic Church: An Examination”
14- Anton Lavey, The Satanic Bible
Fonte: Secreta Arcana
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