IMPORTANTE!!!

Nascemos, crescemos e vivemos como se a vida fosse apenas um pequeno espaço de tempo que temos para cumprir aqui na terra. Vivemos em busca de um dia melhor , mais interessante que o outro, corremos em busca muitas vezes de alegria, de sucesso, de fama, de uma vida profissional; bem sucedida. Ou simplesmente de viver cada dia como se fosse o ultimo de nossas vidas. Curtir, sair para se divertir, correr, pular, correr, dançar enfim viver correndo para tudo como se não houvesse o futuro a nos esperar. Nos enganamos se pensamos ou vivemos assim, existe um futuro que pode ser eternamente bom ou eternamente ruim, isso só depende do caminho que eu e você procuramos seguir hoje. A Vida como um jardim, que hoje as flores nascem, florescem e amanhã murcham e cai. Mas existe um amor que nos faz viver e eternamente bem, existe um lugar onde as flores não morrerão, onde não haverá cansaço, não haverá nem correria, um lugar onde o senhor preparou para nóis ao seu lado vivermos. Jesus no quer que você deixe de viver. Corra, brinque, se alegre, sorria, seja um jovem feliz, mais lembre-se que você pode ser assim e ter um futuro muito melhor com Jesus na sua vida. Porque Jesus morreu para que nós tenhamos vida e vida com abundância no Senhor. Jesus ama você. Aceite o desafio de conhecer e viver com Jesus.

ATENÇÃO.

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QUE A PAZ DE JESUS ESTEJA COM TODOS.

Site do Irã oferece R$ 200 mil a quem matar rapper autor de música polêmica.



Shanin Najafi é nascido no Irã, mas vive na Alemanha hoje

Com letras que tocam em assuntos ultrassensíveis e uma capa de álbum que mostra a cúpula de uma mesquita no formato do seio de uma mulher, Shanin Najafi é um rapper internacional que causa uma reação intensa em Teerã.

Mas a última música de Najafi, intitulada "Naghi" em homenagem a um reverenciado líder espiritual, provocou um alvoroço especial. Os opositores de Najafi estão usando uma fatwa (ponunciamento legal) emitida recentemente pelo aiatolá Lotfollah Saafi-Golpaygani, que rotula todos que insultam o 10º imã xiita Ali al-Hadi al-Naqi, também conhecido como Imam Naghi, como apóstatas. Um site islâmico ofereceu uma recompensa de US$ 100 mil para quem matar Najafi, que nasceu no Irã, canta em persa, mas vive na Alemanha.

Na música, Najafi pede que o imã Naghi retorne no lugar do 12º imã, o messias xiita. Ele canta que o Irã está pronto para sacrificar a si mesmo com a ajuda do religioso para resolver problemas como "slogans rasos" e "tapetes de reza feitos na China". A música é carregada com uma linguagem típica das ruas.

O website iraniano shia-online.ir, afirmou que Najafi havia ido longe demais em insultar o imã, que é reverenciado pelos muçulmanos xiitas. O responsável pelo site, Fouad Ebadi, disse que os US$ 100 mil foram oferecidos por alguém de um Estado árabe no Golfo Pérsico. "Nós não queremos revelar sua identidade, a fim de protegê-lo," disse.

Najafi, 31 anos, disse que não queria criticar o islã. "Eu achei que haveria reclamações", disse o rapper à emissora alemã Deutsche Welle. "Mas não achava que perturbaria o regime desse jeito. Agora eles estão tirando proveito da situação e fazendo com que pareça que eu estava tentando criticar a religião e os fiéis."

Internet

No Facebook, que milhões de jovens iranianos usam para debates acalorados sobre temas que as emissoras estaduais nunca discutirão, surgiram inúmeras páginas atacando e defendendo Najafi.

Uma página, curtida por quase 1 mil pessoas, mostrava uma foto do rapper com o texto: "Vamos matar você, animal." Apoiadores de Najafi pediram o fechamento da página, dizendo que sua música não passava de um exemplo de liberdade de expressão.

Ser rotulado como um apóstata é algo punível com morte sob as leis islâmicas no Irã. Ainda assim, a fatwa é diferente da sentença de morte religiosa emitida em 1989 pelo aiatolá Ruhollah Khomeini contra o escritor britânico Salman Rushdie por causa do livro "Os Versos Satânicos" porque foi feita por um líder religioso que não tem nenhum papel político.

"Assim como o pastor Terry Jones da Flórida, que queimou Alcorões no passado, não representa nada para o governo americano, essa fatwa não representa nada para o governo do Irã", disse Sadollah Zarei, colunista do jornal estatal linha-dura Kayhan. "Isso foi feito por um grupo religioso da nossa sociedade."
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